Crítica: Esquadrão Classe A

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Adaptação de umas das mais cultuadas série de televisão dos anos 80, Esquadrão Classe A (The-A-Team) conta a história de uma unidade operacional de elite condenada pela corte militar por um crime que não cometeram.

Composto pelo brilhante estrategista coronel John “Hannibal” Smith (Liam Neeson), o charmoso tenente Templeton “Cara de pau” (Bradley Cooper), o lunático piloto Murdock “Louco de Pedra” (Sharlto Copley) e o grandão especialista em construir engenhocas B.A Barracus (Quinton Jackson), o Esquadrão Classe A escapa rapidamente da prisão de segurança máxima e passa a viver clandestinamente no submundo de Los Angeles.

Sem medo da reação do público, o diretor Joe Carnahan (A Última Cartada) aposta todo seu orçamento em um filme extremamente exagerado, característica que torna Esquadrão Classe A exageradamente engraçado e divertido.

Como se isso não fosse o suficiente, a gama de atores da um show de atuação – principalmente Sharlto Copley, que rouba a cena várias vezes aproveitando toda demência que seu personagem pode proporcionar. A trilha sonora composta por Alan Silvestri (De Volta para o Futuro) também não fica pra trás, levando o espectador a loucura.

Esquadrão Classe A tem todos os elementos que o tornam um filme extremamente divertido e engraçado. Tanto para os fãs da série dos anos 80 como para quem irá conhecê-los agora.

Portanto, “se você tem algum problema, se ninguém mais puder ajudá-lo e se conseguir encontrá-los, talvez consiga contratar o Esquadrão Classe A”.

Nota: 5/5