The Karatê Kid (2010)

The Karatê Kid é um filme de 1984, do diretor John G. Avildsen (Rocky), estrelado por Ralph Macchio e Pat Morita. O filme conta a história de Daniel Larusso, um garoto que vai de Nova Jersey para o sul da Califórnia, onde lá conhece Ali Mills, uma garota atraente que gosta dele. Daniel começa a ter problemas quando o ex-namorado de Ali, Johnny Lawrence e sua gangue começam a atormentá-lo. Certo dia, após ser cercado pela gangue de Johnny – e levar umas porradas -, Daniel é salvo por um veterano japonês mestre na arte do karatê chamando Miyagi. Após o ocorrido, Miyagi resolve passar-lhe os ensinamentos do karatê para que ele possa se defender de Johnny e sua gangue.

The Karatê Kid (1984) foi um sucesso comercial massivo, e continua popular até hoje. Foi um filme que particularmente cresci assistindo, um verdadeiro “Clássico da Sessão da Tarde”.

Agora estão fazendo uma refilmagem do clássico, com Jackie Chan interpretando o mestre de karatê Miyagui, que na nova versão recebeu o nome de Sr. Han e Jaden Smith – filho de Will Smith – interpretando o jovem Daniel, que recebe o nome de Dre.

Eu não sei se fico feliz ou triste com essa notícia. Convenhamos, refilmagens costumam ser uma merda não é mesmo? Tratando-se de um filme de que eu gosto muito, confesso que fiquei um pouco empolgado com o trailer, mas também com muito medo. Então só me resta esperar até Julho para ter o prazer ou desapontamento de assistir a refilmagem de The Karatê Kid.

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=mMUhMgQ01KA[/youtube]

Essa é a minha opinião, agora espero ler a sua nos comentários!

Atividade Paranormal é anormalmente ruim

Atividade Paranormal tem como objetivo enganar a todos os seus telespectadores com o slogan: “o filme mais assustador da década”.
Filmado em uma sala de cinema, onde supostamente foi à primeira apresentação do filme ao público, o trailer busca mostrar os sustos que os telespectadores – que com certeza foram pagos para participar do trailer – tiveram no decorrer do filme. O problema é: quando você vai assistir ao filme buscando ter a mesma reação das pessoas no trailer, acaba quebrando a cara.
Com características similar a filmes como “A Bruxa de Blair” e “.REC”, Atividade Paranormal conta a história de um típico casal americano, que começam a observar estranhos eventos acontecendo em sua nova casa. Após esses estranhos fenômenos começarem a acontecer, Micah resolve comprar uma câmera e filmar o cotidiano dele e sua namorada Katie em busca de uma solução para o que anda acontecendo.
O problema é: em nenhum momento o diretor Oren Peli consegue passar o medo que os personagens estão sentindo ao público, o que torna impossível se assustar assistindo ao filme. Esteticamente, nada chama muita atenção no filme, pois o cenário nada mais é, do que uma típica residência americana.
A atuação de Micah é horrível, o que acaba causando indignação ao público. Já Katie, ao contrário de seu namorado, consegue prender um pouco a atenção do telespectador com seu carisma, mas isso não é o suficiente para que você perca o seu tempo assistindo ao filme.
Nota: 1/5

Atividade Paranormal tem como objetivo enganar a todos os seus telespectadores com o slogan: “o filme mais assustador da década”.

Filmado em uma sala de cinema, onde supostamente foi à primeira apresentação do filme ao público, o trailer busca mostrar os sustos que os telespectadores – que com certeza foram pagos – tiveram no decorrer do filme. O que acaba sendo um problema, pois quando você vai assistir ao filme buscando ter a mesma reação das pessoas no trailer, acaba quebrando a cara.

Com características similar a filmes como “A Bruxa de Blair” e “.REC”, Atividade Paranormal conta a história de um típico casal americano, que começam a observar estranhos eventos acontecendo em sua nova casa. Após esses estranhos fenômenos começarem a acontecer, Micah resolve comprar uma câmera e filmar o cotidiano dele e sua namorada Katie em busca de uma solução para o que anda acontecendo.

O problema é: em nenhum momento o diretor Oren Peli consegue passar o medo que os personagens estão sentindo ao público, o que torna impossível se assustar assistindo ao filme. Esteticamente, nada chama atenção no filme, pois o cenário nada mais é, do que uma típica residência americana.

A atuação de Micah Sloat é horrível, o que acaba causando indignação e tédio ao público. Já Katie Featherstone, ao contrário de seu namorado, consegue prender um pouco a atenção do telespectador com seu carisma, mas isso não é o suficiente para que você perca o seu tempo assistindo ao filme.

Nota: 1/5

Crítica: Gamer

Escrito e dirigido por Mark Neveldine e Brian Taylor (Adrenalina) Gamer se mostra um ótimo filme por ter um roteiro bem elaborado, uma excelente trilha sonora e abordar um tema até então jamais visto no cinema.

Em um futuro não muito distante, um revolucionário videogame on-line é a mais popular forma de diversão. Semanalmente, milhões de internautas assistem condenados lutando para sobreviver como se fossem personagens virtuais e não frágeis humanos.

Criado por Ken Castle (Michael C. Hall), Slayers é um jogo de tiro em primeira pessoa que se baseia na tecnologia nanex (nano + cortex), onde células do cérebro de pessoas são alteradas via nanotecnologia para permitir que um jogador o controle. Em Slayers os jogadores são humanos condenados ao corredor da morte que se submeteram a tentar ganhar o jogo – composto por trinta batalhas – em busca de sua liberdade.

A grande estrela de Slayers é Kable (Gerard Butler), que está prestes a se tornar o campeão. O problema é que pra que isso aconteça, ele precisa da ajuda do jovem Simon (Logan Lerman), seu controlador.

Outro aspecto que chama bastante atenção no filme são as interpretações. Gerard Butler deixa bem claro que seu negócio não é comédia romântica e sim ação. Já Michael C. Hall (Dexter) rouba várias vezes a cena dando um show de atuação. Agora quem decepciona os telespectadores é Christopher Brian Bridges (Ludacris) com sua péssima interpretação.

Gamer é um grande filme, mas poderia ter sido melhor se fosse mais longo, sobrando mais tempo para desenvolver sua temática.

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=kZ9aPyRwBhM[/youtube]
Nota: 4/5

Crítica: Uma Prova de Amor

O diretor e roteirista Nick Cassavetes (Diário de uma Paixão) volta aos cinemas com “Uma Prova de Amor”, mais um drama que promete deixar as emoções de todos os telespectadores descontrolados.

O longa escrito por Nick e Jeremy Leven conta a história de Anna Fitzgerald (Abigail Breslin), uma garota de 11 anos que nasceu por um único motivo: salvar a vida de Kate (Sofia Vassilieva), sua irmã que tem câncer. Após ser submetida no passado a várias cirurgias para salvar a vida da irmã, Anna decide processar os pais Sara (Cameron Diaz) e Brian (Jason Patric) para tentar obter emancipação de seu corpo e impedir que seus pais continuem lhe fazendo sofrer. Para lhe defender na corte, Anna contrata os serviços de Campbell Alexander (Alec Baldwin), um ótimo advogado que aceita seus 700 reais para ir em frente com o caso. A obsessão de Sara para salvar Kate – que precisa de um transplante de rim – faz com que seu foco seja apenas a filha doente, esquecendo de dar atenção a Anna e seu irmão Jesse (Evan Ellingson). Agora para salvar Kate, Sara precisa ganhar o processo contra a filha para que possa forçá-la a doar seu rim em uma tentativa desesperada de prolongar o tempo de vida da irmã.
Com um grande roteiro, ótimas interpretações e uma bela trilha sonora, “Uma Prova de Amor” consegue não apenas emocionar e mostrar o quão longe uma mãe pode ir por um filho, mas também faz com que seu telespectador se questione a respeito da vida.
Nota: 8

O longa escrito por Nick e Jeremy Leven conta a história de Anna Fitzgerald (Abigail Breslin), uma garota de 11 anos que nasceu por um único motivo: salvar a vida de Kate (Sofia Vassilieva), sua irmã que tem câncer. Após ser submetida no passado a várias cirurgias para salvar a vida da irmã, Anna decide processar os pais Sara (Cameron Diaz) e Brian (Jason Patric) para tentar obter emancipação de seu corpo e impedir que seus pais continuem lhe fazendo sofrer. Para lhe defender na corte, Anna contrata os serviços de Campbell Alexander (Alec Baldwin), um ótimo advogado que aceita seus 700 reais para ir em frente com o caso. A obsessão de Sara para salvar Kate – que precisa de um transplante de rim – faz com que seu foco seja apenas a filha doente, esquecendo de dar atenção a Anna e seu irmão Jesse (Evan Ellingson). Agora para salvar Kate, Sara precisa ganhar o processo contra a filha para que possa forçá-la a doar seu rim em uma tentativa desesperada de prolongar o tempo de vida da irmã.

Com um grande roteiro, ótimas interpretações e uma bela trilha sonora, “Uma Prova de Amor” consegue não apenas emocionar e mostrar o quão longe uma mãe pode ir por um filho, mas também faz com que seu telespectador se questione a respeito da vida.

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=cftRPKedCkU&feature=related[/youtube]

Nota: 9

Lua Nova (New Moon) – Stephenie Meyer

Em Lua Nova, segundo livro da série Crepúsculo, a escritora Stephenie Meyer consegue descrever detalhadamente o sentimento de dor e agonia que a personagem Bella Swan sente ao perder o amor de sua vida, o vampiro Edward Cullen.

Estou comentando sobre este livro, por que além de ser um livro que eu gostei muito, domingo (31/05) foi o lançamente oficial do trailer do filme no programa MTV Movie Awards.

Para as fãs do Edward, sinto-lhes informar, mas em Lua Nova ele quase não aparece, tanto no livro como no filme, sendo assim, a estória acaba sendo focada no relacionamento entre Bella e Jacob.

Confiram aqui um trecho do livro:

“– Droga – murmurei quando o papel cortou meu dedo. Puxei-o para examinar os danos. Uma única gota de sangue saía do corte minúsculo.

Então tudo aconteceu com muita rapidez.

– Não! – rugiu Edward.

Ele se atirou sobre mim, jogando-me de costas contra a mesa. Ela desabou, como eu, espalhando o bolo e os presentes, as flores e os pratos. Aterrisei na bagunça de cristal espatifado.

Jasper se lançou sobre Edward e o som era como o estrondo de pedregulhos rolando em uma ladeira.

Houve outro barulho, um grunhido terrível que parecia vir do fundo do peito de Jasper. Ele tentou passar por Edward, batendo os dentes a centímetros do rosto dele.

Emmet pegou Jasper por trás no segundo exato, fechando-o em um aperto de aço, mas Jasper lutava, os olhos desvairados e vazios focalizados só em mim.

Além do choque, também houve dor. Eu tombei no chão junto ao piano, com os braços estendidos instintivamente para me proteger dos cacos de vidro na queda. Só então senti a lancinante dor em brasa que subia de meu punho até a dobra de meu cotovelo.

Tonta e desorientada, desviei a atenção do sangue vermelho e brilhante que jorrava de meu braço – e olhei nos olhos febris dos seis vampiros repentinamente vorazes.”

Caso tenha gostado do filme ou livro Crepúsculo, recomendo que façam a leitura de Lua Nova, mesmo sendo best-seller e modinha, o livro foi muito bem escrito, é rico em detalhes, e conta com uma estória que prende o leitor do início ao fim. E tem outra, ler um livro é muito mais divertido que assistir ao filme.

O lançamento do filme nos cinemas está previsto para o dia 20 de novembro de 2009, enquanto esse dia não chega, confira abaixo o trailer:

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=_JnhkF-ldDo[/youtube]