Você já foi ao teatro?

Quem me conhece sabe o quanto eu amo teatro e pode até achar suspeito eu ter escrito este texto. Mas vamos ser francos e admitir que o teatro simplesmente é maravilhoso! Não acha? Bom, é claro que eu também amo cinema, além de outras formas de arte. Mas é incrível como eu ainda me surpreendo no teatro com as proporções que são totalmente diferentes do que estamos acostumados, principalmente quando se trata dos sentimentos. Dentro do teatro você é capaz de ter sensações ímpares proporcionadas por vários motivos, principalmente pela energia que os atores trocam com a platéia durante aquele momento em que a peça se realiza. É algo belo, mas que infelizmente poucas pessoas valorizam.

Hoje foi um daqueles dias em que tive o prazer de assistir um espetáculo extraordinariamente bom! Foi a peça “Não sobre o amor” de Felipe Hirsch. Quando assisto a produções de uma qualidade artística tão grande fico me perguntando como é possível que as pessoas no sábado à noite troquem uma ida ao teatro para assistir programas como “Zorra Total”? Lógico que não desmereço quem trabalha em programas como esse. Na verdade eu sei o quanto esses artistas são desvalorizados, pois não são vistos da forma que realmente deveriam e não podem mostrar nem de longe todo seu talento. Mas isso é culpa de quem? De nós mesmos que preferimos fazer qualquer outra coisa banal ao invés de incentivar a cultura e valorizar a mesma. A culpa é nossa quando temos preguiça de conhecer outras formas de entretenimento que não derretam nossos cérebros com besteiróis de forte apelo sexual sem nenhum sentido.

Aqui de onde escrevo o “Festival de Curitiba” já está acontecendo desde o dia 16 e vai até o dia 28 de março. Sei que existe muita gente que nunca pisou em um teatro na vida (alguns anos atrás eu poderia me incluir neste grupo). Portanto está ai uma boa oportunidade para você que nunca foi ao teatro ou até mesmo para você que já foi (mas considera um evento que se vai a cada 10 anos) de conhecer ou quem sabe fazer dele mais freqüente em sua vida.

Se as pessoas assistem sempre a novelas, programas de humor, filmes no cinema, por que é que não podem ir mais vezes ao teatro? Permitam-se ter essa chance de se apaixonar. Eu garanto que não vão se arrepender.

Para encerrar devo dizer que na verdade o objetivo desse texto era fazer uma crítica sobre a peça que assisti. No entanto logo percebi que seria melhor escrever sobre o sentimento que possuo em relação a tudo isso, servindo assim como forma de inspiração para que outras pessoas possam buscar no teatro algo que eu encontrei. O conhecimento das coisas que realmente valem a pena na vida.

“Um estrangeiro é aquele cujo amor está em outro lugar”  Victor Shklovsky.

O Clube do Filme – David Gilmour

­ ­”Eram tempos difíceis para David Gilmour: sem trabalho fixo, com o dinheiro curto e o filho de 15 anos colecionando reprovações em todas as matérias do ensino médio. Diante da desorientação e da infelicidade desse filho-problema, o pai faz uma oferta fora dos padrões: o garoto poderia sair da escola – e ficar sem trabalhar e sem pagar aluguel – desde que assistisse semanalmente a três filmes escolhidos pelo pai. Com essa aposta diferente na recuperação e na formação de um rapaz que está “perdido”, formaram o clube do filme. Semana a semana, lado a lado, pai e filho viam e discutiam o melhor (e, ocasionalmente, o pior) do cinema: de A Doce Vida (o clássico de Federico Fellini) a Instinto Selvagem (o thriller sensual estrelado por Sharon Stone); de Os Reis do Iê, Iê, Iê (hit cinematográfico da Beatlemania) a O Iluminado (interpretação primorosa de Jack Nicholson, dirigido por Stanley Kubrick); de O Poderoso Chefão (um dos integrantes das listas de “melhores filmes de todos os tempos”) a Amores Expressos (cult romântico e contemporâneo do chinês Wong Kar-Way).

Essas sessões os mantinham em constante diálogo – sobre mulheres, música, dor de cotovelo, trabalho, drogas, amor, amizade -, e abriam as portas para o universo interior do adolescente, num momento em que os pais geralmente as encontram fechadas.

O Clube do Filme mostra que cinema não é apenas entretenimento, não é algo feito apenas para se ganhar dinheiro, é muito mais que isso. Assistir a filmes é obter conhecimento de forma divertida.

Através de filmes podemos ir a qualquer lugar do mundo, conhecer pessoas, se apaixonar, compartilhar experiências vividas por nós mesmos além de ter a oportunidade de aprender coisas que as escolas não nos ensinam.

Filmes são capazes de nos mostrar o verdadeiro valor de uma amizade, a sensação de estar apaixonado, o sofrimento de não ter pais, entre diversas outras coisas.

Assim como os livros, filmes também estimulam a criatividade e imaginação, além de serem capazes de nos transportar para um universo alternativo onde tudo é possível.

Além de O Clube do Filme tratar o cinema de forma admirável, também mostra como os filmes podem aproximar um pai de um filho, como um adolescente lida com seu primeiro amor e como é o sentimento de dor após o término de um relacionamento.

Enfim, O Clube do Filme é um livro que deve ser lido sendo você apaixonado por cinema ou não. Afinal de contas: “Isso é um exemplo do que o cinema é capaz, de como os filmes podem vencer suas defesas e realmente atingir seu coração.” – David Gilmour

Ler devia ser proíbido

Antes de todos irem correndo para os comentários e me esculacharem, peço que assistam o vídeo.

Imagem de Amostra do You Tube

Vídeo produzido pelos alunos do 2ª ano (turma pp02/2003) de Publicidade e Propaganda da UNIFACS – Universidade Salvador.

Comentem dando a opinião de vocês sobre o assunto também.

Ah, os Best-sellers

(Imagem de Tim Spalding)

Hoje em dia uma das coisas mais comentadas a respeito de livros é: Eu não leio best-sellers por que todo mundo lê.

Andei pensando sobre o assunto e cheguei a conclusão de que os best-sellers ajudam as pessoas. Antes que meus adorados leitores comecem a me agredir, vou lhes explicar, começando sobre o que é um best-seller.

Best-Seller é um livro que é considerado extremamente popular entre os leitores e é incluído na lista dos mais vendidos.”

Agora que sabemos o que é um best-seller, pensem comigo, para um livro ser considerado extremamente popular entre os leitos e entrar na lista dos mais vendidos, ruim ele não deve ser. Pessoas que não sabem o que ler acabam dando preferência aos best-sellers pelo simples fato de milhares de pessoas terem lido e gostado, afinal de contas, se milhares de pessoas gostaram, a possibilidade dessas pessoas também gostarem do livro é grande.

Continuando, a partir do momento em que um livro vira um best-seller, ele acaba sendo bem comentado, o que acaba fazendo com que fulano escute as pessoas conversando sobre o livro e isso acabe despertando o interesse dele pela leitura.

A partir do momento em que o fulano entra em contato com a leitura e acaba criando gosto pela coisa, ele percebe que ler é um passatempo divertido, o que faz com que provavelmente ele corra atrás de outros livros para devorar, sendo eles best-sellers ou não.

Ou seja, deixem seus orgulhos de lado e deem chance a um bom livro mesmo ele sendo best-seller, pois muitos livros hoje considerados clássicos, já foram best-sellers um dia.

Alice no País das Maravilhas (Alice in Wonderland)

Para os que não conhecem, Alice no País das Maravilhas é a obra mais conhecida de Lewis Carroll, um escritor e matemático britânico. O livro conta a história de uma menina chamada Alice que cai em uma toca de coelho e vai parar num lugar fantástico povoado por criaturas peculiares e antropomórficas.

Alice no País das Maravilhas ganhou o seu primeiro trailer. Para quem não sabe, o filme é um projeto da Walt Disney Studios juntamente com o diretor Tim Burton (The Nightmare Before Christmas, Sweeney Todd) e conta com Johnny Depp, Anne Hathaway, Michael Sheen, Alan Rickman, Mia Wasikowska, Helena Bonham Carter, Stephen Fry, Crispin Glover, Christopher Lee e Timothy Spall no elenco.

A estréia do filme no Brasil está marcada para 16 de Abril de 2010.

Imagem de Amostra do You Tube

Fonte: Wikipédia e Omelete.