Crítica: Bastardos Inglórios (Inglourious Basterds)

“Esta provavelmente é minha maior obra prima”. É exatamente com essas palavras que Quentin Tarantino, através do ator Brad Pitt encerra Bastardos Inglórios. E arrisco dizer, ele está certo.

Juntando tudo que aprendeu não só com seus poucos erros e grandes acertos como ator, diretor e roteirista, mas também com todos os filmes que assistiu enquanto trabalhava na Video Archives em Manhattan Beach, Quentin Tarantino conseguiu surpreender a seus fãs e críticos cinematográficos inovando o seu próprio modo de fazer cinema.

Bastardos Inglórios se passa no ano de 1941, onde o Coronel Hans Landa (Christoph Waltz) também conhecido como “O Caçador de Judeus” vai em uma pequena fazenda de criação de vacas em busca de Judeus. Nessa visita, Shosanna Dreyfus (Mélanie Laurent) após ver sua família ser brutalmente assassinada, é a única que consegue escapar. Após o ocorrido, a jovem Shosanna parte para Paris, onde assume uma identidade falsa e se torna proprietária de um cinema, onde conhece o Jovem Soldado Fredrick Zoller (Daniel Brühl), que acaba se apaixonando por ela.

Em outro lugar da Europa, o Tenente Aldo Raine (Brad Pitt) organiza um grupo composto por oito soldados americanos Judeus com um único objetivo: Matar e escalpar o maior número de nazistas possíveis. Posteriormente o objetivo dos “Bastardos Inglórios” e da jovem Shosanna se unem quando a atriz alemã Bridget von Hammersmark (Diane Kruger)consegue com que Aldo e seu esquadrão entrem na estréia de um filme sobre a vida do renomado soldado Frederick, que será no cinema de Shosanna. Mesmo nunca tendo se visto e não saberem o plano um do outro, o objetivo deles é o mesmo: matar todos os nazistas ali presentes, até mesmo Adolf Hitler (Martin Wuttke).

Em meio a todos esses acontecimentos, o cineasta Quentin Tarantino não deixa de impressionar ao público com incríveis diálogos que ditos sutilmente acabam causando grandes tensões aos telespectadores. Bastardos Inglórios conta também com uma bela e surpreendente fotografia realizada por Robert Richardson – cinegrafista que já havia trabalhado com Tarantino em Kill Bill vol.1 e 2 – sem contar a incrível trilha sonora que foi cuidadosamente escolhida pelo diretor.

Porem, o grande destaque do filme é o elenco. Brad Pitt diverte o público com um hilário sotaque Italiano, provando mais uma vez que não é apenas um “rostinho bonito” e sim um ator incrivelmente talentoso. Mas quem realmente acaba roubando todas as cenas é o ator austríaco Christoph Waltz. Incrivelmente talentoso e repleto de diálogos geniais proferidos de forma exageradamente educada, Waltz consegue fazer com que os telespectadores acabem admirando não apenas um nazista, mas talvez o mais perigoso deles.

As mulheres também não fazem feio. Diane Kruger interpreta de forma excepcional a atriz britânica Bridget von Hammersmark. Já a jovem Mélanie Laurent consegue demonstrar que mesmo sendo meiga pode também ser extremamente vingativa.

Como toda obra de Tarantino – e essa não é diferente – ou você ama ou você odeia. Não existe meio termo. E eu sinto orgulho em dizer que amei, assim como me orgulho em dizer que talvez Bastardos Inglórios seja a melhor ficção do ano.

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Nota: 5/5

Crítica: Gamer

Escrito e dirigido por Mark Neveldine e Brian Taylor (Adrenalina) Gamer se mostra um ótimo filme por ter um roteiro bem elaborado, uma excelente trilha sonora e abordar um tema até então jamais visto no cinema.

Em um futuro não muito distante, um revolucionário videogame on-line é a mais popular forma de diversão. Semanalmente, milhões de internautas assistem condenados lutando para sobreviver como se fossem personagens virtuais e não frágeis humanos.

Criado por Ken Castle (Michael C. Hall), Slayers é um jogo de tiro em primeira pessoa que se baseia na tecnologia nanex (nano + cortex), onde células do cérebro de pessoas são alteradas via nanotecnologia para permitir que um jogador o controle. Em Slayers os jogadores são humanos condenados ao corredor da morte que se submeteram a tentar ganhar o jogo – composto por trinta batalhas – em busca de sua liberdade.

A grande estrela de Slayers é Kable (Gerard Butler), que está prestes a se tornar o campeão. O problema é que pra que isso aconteça, ele precisa da ajuda do jovem Simon (Logan Lerman), seu controlador.

Outro aspecto que chama bastante atenção no filme são as interpretações. Gerard Butler deixa bem claro que seu negócio não é comédia romântica e sim ação. Já Michael C. Hall (Dexter) rouba várias vezes a cena dando um show de atuação. Agora quem decepciona os telespectadores é Christopher Brian Bridges (Ludacris) com sua péssima interpretação.

Gamer é um grande filme, mas poderia ter sido melhor se fosse mais longo, sobrando mais tempo para desenvolver sua temática.

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Nota: 4/5

Crítica: A Verdade Nua e Crua (The Ugly Truth)

Tendo um roteiro extremamente machista, mas que também defende o ponto de vista das mulheres, “A Verdade Nua e Crua” é apenas mais uma comédia sobre a batalha dos sexos que não traz nada de inovador, porém consegue ser engraçado.
Abby Richter (Katherine Heigl) é produtora de um programa matutino, que tem problemas emocionais por ter uma lista de dez qualidades que um homem precisa ter para que ela possa se relacionar. Um dia acidentalmente ela assiste ao programa de televisão de Mike Chadway (Gerard Butler), um canalha machista que diz de forma extremamente machista como funciona a cabeça dos homens. No dia seguinte eles começam a trabalhar juntos. Como Abby não atura Mike, eles fazem um pacto: Se Mike provar que o seu ponto de vista está certo fazendo com que Abby conquiste o seu príncipe encantado, ela teria que trata-lo bem e aceitar produzir de boa vontade seus programas. Durante esse processo Mike percebe uma coisa: embora seus conselhos dêem certo, quando o amor está envolvido as coisas não são tão simples assim.
Com a direção meia-boca de Robert Luketic (Legalmente Loira), “A Verdade Nua e Crua” não passa de uma comédia engraçada com rostos conhecidos que ainda sim, consegue entreter ao público.
Nota: 6

Tendo um roteiro extremamente machista, mas que também defende o ponto de vista das mulheres, “A Verdade Nua e Crua” é apenas mais uma comédia sobre a batalha dos sexos que não traz nada de inovador, porém consegue ser engraçado.

Abby Richter (Katherine Heigl) é produtora de um programa matutino, que tem problemas emocionais por ter uma lista de dez qualidades que um homem precisa ter para que ela possa se relacionar. Um dia acidentalmente ela assiste ao programa de televisão de Mike Chadway (Gerard Butler), um canalha machista que diz de forma extremamente machista como funciona a cabeça dos homens. No dia seguinte eles começam a trabalhar juntos. Como Abby não atura Mike, eles fazem um pacto: Se Mike provar que o seu ponto de vista está certo fazendo com que Abby conquiste o seu príncipe encantado, ela teria que trata-lo bem e aceitar produzir de boa vontade seus programas. Durante esse processo Mike percebe uma coisa: embora seus conselhos dêem certo, quando o amor está envolvido as coisas não são tão simples assim.

Com a direção meia-boca de Robert Luketic (Legalmente Loira), “A Verdade Nua e Crua” não passa de uma comédia engraçada com rostos conhecidos que ainda sim, consegue entreter ao público.

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Nota: 6

Crítica: Uma Prova de Amor

O diretor e roteirista Nick Cassavetes (Diário de uma Paixão) volta aos cinemas com “Uma Prova de Amor”, mais um drama que promete deixar as emoções de todos os telespectadores descontrolados.

O longa escrito por Nick e Jeremy Leven conta a história de Anna Fitzgerald (Abigail Breslin), uma garota de 11 anos que nasceu por um único motivo: salvar a vida de Kate (Sofia Vassilieva), sua irmã que tem câncer. Após ser submetida no passado a várias cirurgias para salvar a vida da irmã, Anna decide processar os pais Sara (Cameron Diaz) e Brian (Jason Patric) para tentar obter emancipação de seu corpo e impedir que seus pais continuem lhe fazendo sofrer. Para lhe defender na corte, Anna contrata os serviços de Campbell Alexander (Alec Baldwin), um ótimo advogado que aceita seus 700 reais para ir em frente com o caso. A obsessão de Sara para salvar Kate – que precisa de um transplante de rim – faz com que seu foco seja apenas a filha doente, esquecendo de dar atenção a Anna e seu irmão Jesse (Evan Ellingson). Agora para salvar Kate, Sara precisa ganhar o processo contra a filha para que possa forçá-la a doar seu rim em uma tentativa desesperada de prolongar o tempo de vida da irmã.
Com um grande roteiro, ótimas interpretações e uma bela trilha sonora, “Uma Prova de Amor” consegue não apenas emocionar e mostrar o quão longe uma mãe pode ir por um filho, mas também faz com que seu telespectador se questione a respeito da vida.
Nota: 8

O longa escrito por Nick e Jeremy Leven conta a história de Anna Fitzgerald (Abigail Breslin), uma garota de 11 anos que nasceu por um único motivo: salvar a vida de Kate (Sofia Vassilieva), sua irmã que tem câncer. Após ser submetida no passado a várias cirurgias para salvar a vida da irmã, Anna decide processar os pais Sara (Cameron Diaz) e Brian (Jason Patric) para tentar obter emancipação de seu corpo e impedir que seus pais continuem lhe fazendo sofrer. Para lhe defender na corte, Anna contrata os serviços de Campbell Alexander (Alec Baldwin), um ótimo advogado que aceita seus 700 reais para ir em frente com o caso. A obsessão de Sara para salvar Kate – que precisa de um transplante de rim – faz com que seu foco seja apenas a filha doente, esquecendo de dar atenção a Anna e seu irmão Jesse (Evan Ellingson). Agora para salvar Kate, Sara precisa ganhar o processo contra a filha para que possa forçá-la a doar seu rim em uma tentativa desesperada de prolongar o tempo de vida da irmã.

Com um grande roteiro, ótimas interpretações e uma bela trilha sonora, “Uma Prova de Amor” consegue não apenas emocionar e mostrar o quão longe uma mãe pode ir por um filho, mas também faz com que seu telespectador se questione a respeito da vida.

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Nota: 9