Crítica: Esquadrão Classe A

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Adaptação de umas das mais cultuadas série de televisão dos anos 80, Esquadrão Classe A (The-A-Team) conta a história de uma unidade operacional de elite condenada pela corte militar por um crime que não cometeram.

Composto pelo brilhante estrategista coronel John “Hannibal” Smith (Liam Neeson), o charmoso tenente Templeton “Cara de pau” (Bradley Cooper), o lunático piloto Murdock “Louco de Pedra” (Sharlto Copley) e o grandão especialista em construir engenhocas B.A Barracus (Quinton Jackson), o Esquadrão Classe A escapa rapidamente da prisão de segurança máxima e passa a viver clandestinamente no submundo de Los Angeles.

Sem medo da reação do público, o diretor Joe Carnahan (A Última Cartada) aposta todo seu orçamento em um filme extremamente exagerado, característica que torna Esquadrão Classe A exageradamente engraçado e divertido.

Como se isso não fosse o suficiente, a gama de atores da um show de atuação – principalmente Sharlto Copley, que rouba a cena várias vezes aproveitando toda demência que seu personagem pode proporcionar. A trilha sonora composta por Alan Silvestri (De Volta para o Futuro) também não fica pra trás, levando o espectador a loucura.

Esquadrão Classe A tem todos os elementos que o tornam um filme extremamente divertido e engraçado. Tanto para os fãs da série dos anos 80 como para quem irá conhecê-los agora.

Portanto, “se você tem algum problema, se ninguém mais puder ajudá-lo e se conseguir encontrá-los, talvez consiga contratar o Esquadrão Classe A”.

Nota: 5/5

Crítica: Homem de Ferro 2

Se fosse para resumir Homem de Ferro 2 em poucas palavras, eu diria que o filme foi tudo que Transformers 2 deveria ter sido. Mas é óbvio que eu tenho muito mais a falar sobre a melhor adaptação de quadrinhos já feita até hoje, na minha humilde opinião de merda, claro.

Seis meses se passaram desde que Stark revelou ao mundo que é o Homem de Ferro, e o narcisista Tony Stark simplesmente revolucionou o mundo com suas ações como herói de ferro. No entanto, a sua tecnologia está o matando, o que leva o nosso adorado herói a cometer vários atos de insanidade. E pra piorar, o Senado americano está pressionando Stark a entregar a armadura que o tornou um super-herói para as forças armadas dos EUA.

O diretor Jon Favreau e o talentoso roteirista Justin Theroux provavelmente devem ter visto que apenas ação não convence em filmes de quadrinhos, focando o roteiro na história e nos personagens.

No elenco temos o bom e narcisista Tony Stark (Robert Downey Jr) em sua melhor performance, Pepper Potts (Gwyneth Paltrow) e James Rhodes (Don Cheadle), que embora tenha se esforçado bastante, não estava à altura de Terrence Howard.  Já os novatos Ivan Vanko (Mickey Rourke), Justin Hammer (Sam Rockwell) e Natasha Romanov (Scarlett Johansson) – sendo considerada a musa dos quadrinhos – roubam as cenas diversas vezes.

Os fãs de quadrinhos também não têm com o que se preocupar. Saibam que os planos para a criação do filme da Marvel, Os Vingadores, seguem ainda mais presentes em Homem de Ferro 2. Além de Nick Fury e Viúva Negra, o próprio nome “Iniciativa Vingadores” está presente em diversas cenas.

Com tudo o que uma adaptação de quadrinhos precisa, Homem de Ferro 2 demonstrou ser um blockbuster na medida certa, o que é ótimo, pois ao contrário do que fizeram com Transformers, a continuação funciona.

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Nota: 4.5/5

#FicaDica: Fiquem no cinema até depois dos créditos, terão uma surpresinha.

Essa é a minha opinião a respeito do filme. Gostaria que você comentasse a sua!

Você já foi ao teatro?

Quem me conhece sabe o quanto eu amo teatro e pode até achar suspeito eu ter escrito este texto. Mas vamos ser francos e admitir que o teatro simplesmente é maravilhoso! Não acha? Bom, é claro que eu também amo cinema, além de outras formas de arte. Mas é incrível como eu ainda me surpreendo no teatro com as proporções que são totalmente diferentes do que estamos acostumados, principalmente quando se trata dos sentimentos. Dentro do teatro você é capaz de ter sensações ímpares proporcionadas por vários motivos, principalmente pela energia que os atores trocam com a platéia durante aquele momento em que a peça se realiza. É algo belo, mas que infelizmente poucas pessoas valorizam.

Hoje foi um daqueles dias em que tive o prazer de assistir um espetáculo extraordinariamente bom! Foi a peça “Não sobre o amor” de Felipe Hirsch. Quando assisto a produções de uma qualidade artística tão grande fico me perguntando como é possível que as pessoas no sábado à noite troquem uma ida ao teatro para assistir programas como “Zorra Total”? Lógico que não desmereço quem trabalha em programas como esse. Na verdade eu sei o quanto esses artistas são desvalorizados, pois não são vistos da forma que realmente deveriam e não podem mostrar nem de longe todo seu talento. Mas isso é culpa de quem? De nós mesmos que preferimos fazer qualquer outra coisa banal ao invés de incentivar a cultura e valorizar a mesma. A culpa é nossa quando temos preguiça de conhecer outras formas de entretenimento que não derretam nossos cérebros com besteiróis de forte apelo sexual sem nenhum sentido.

Aqui de onde escrevo o “Festival de Curitiba” já está acontecendo desde o dia 16 e vai até o dia 28 de março. Sei que existe muita gente que nunca pisou em um teatro na vida (alguns anos atrás eu poderia me incluir neste grupo). Portanto está ai uma boa oportunidade para você que nunca foi ao teatro ou até mesmo para você que já foi (mas considera um evento que se vai a cada 10 anos) de conhecer ou quem sabe fazer dele mais freqüente em sua vida.

Se as pessoas assistem sempre a novelas, programas de humor, filmes no cinema, por que é que não podem ir mais vezes ao teatro? Permitam-se ter essa chance de se apaixonar. Eu garanto que não vão se arrepender.

Para encerrar devo dizer que na verdade o objetivo desse texto era fazer uma crítica sobre a peça que assisti. No entanto logo percebi que seria melhor escrever sobre o sentimento que possuo em relação a tudo isso, servindo assim como forma de inspiração para que outras pessoas possam buscar no teatro algo que eu encontrei. O conhecimento das coisas que realmente valem a pena na vida.

“Um estrangeiro é aquele cujo amor está em outro lugar”  Victor Shklovsky.

Atividade Paranormal é anormalmente ruim

Atividade Paranormal tem como objetivo enganar a todos os seus telespectadores com o slogan: “o filme mais assustador da década”.
Filmado em uma sala de cinema, onde supostamente foi à primeira apresentação do filme ao público, o trailer busca mostrar os sustos que os telespectadores – que com certeza foram pagos para participar do trailer – tiveram no decorrer do filme. O problema é: quando você vai assistir ao filme buscando ter a mesma reação das pessoas no trailer, acaba quebrando a cara.
Com características similar a filmes como “A Bruxa de Blair” e “.REC”, Atividade Paranormal conta a história de um típico casal americano, que começam a observar estranhos eventos acontecendo em sua nova casa. Após esses estranhos fenômenos começarem a acontecer, Micah resolve comprar uma câmera e filmar o cotidiano dele e sua namorada Katie em busca de uma solução para o que anda acontecendo.
O problema é: em nenhum momento o diretor Oren Peli consegue passar o medo que os personagens estão sentindo ao público, o que torna impossível se assustar assistindo ao filme. Esteticamente, nada chama muita atenção no filme, pois o cenário nada mais é, do que uma típica residência americana.
A atuação de Micah é horrível, o que acaba causando indignação ao público. Já Katie, ao contrário de seu namorado, consegue prender um pouco a atenção do telespectador com seu carisma, mas isso não é o suficiente para que você perca o seu tempo assistindo ao filme.
Nota: 1/5

Atividade Paranormal tem como objetivo enganar a todos os seus telespectadores com o slogan: “o filme mais assustador da década”.

Filmado em uma sala de cinema, onde supostamente foi à primeira apresentação do filme ao público, o trailer busca mostrar os sustos que os telespectadores – que com certeza foram pagos – tiveram no decorrer do filme. O que acaba sendo um problema, pois quando você vai assistir ao filme buscando ter a mesma reação das pessoas no trailer, acaba quebrando a cara.

Com características similar a filmes como “A Bruxa de Blair” e “.REC”, Atividade Paranormal conta a história de um típico casal americano, que começam a observar estranhos eventos acontecendo em sua nova casa. Após esses estranhos fenômenos começarem a acontecer, Micah resolve comprar uma câmera e filmar o cotidiano dele e sua namorada Katie em busca de uma solução para o que anda acontecendo.

O problema é: em nenhum momento o diretor Oren Peli consegue passar o medo que os personagens estão sentindo ao público, o que torna impossível se assustar assistindo ao filme. Esteticamente, nada chama atenção no filme, pois o cenário nada mais é, do que uma típica residência americana.

A atuação de Micah Sloat é horrível, o que acaba causando indignação e tédio ao público. Já Katie Featherstone, ao contrário de seu namorado, consegue prender um pouco a atenção do telespectador com seu carisma, mas isso não é o suficiente para que você perca o seu tempo assistindo ao filme.

Nota: 1/5

Crítica: Os Fantasmas de Scrooge

Visando o aperfeiçoamento da técnica de captura de movimentos utilizada em “O Expresso Polar” e “A Lenda de Beowulf”, o cineasta Robert Zemeckis impressiona aos telespectadores com “Os Fantasmas de Scrooge”, sua nova animação 3-D.
Adaptação da obra Um Conto de Natal de Charles Dickens, que já ganhou diversas adaptações para a TV e para o cinema desde o seu lançamento em 1843, tem como protagonista Ebenezer Scrooge (Jim Carrey), um velho ranzinza e mesquinho que vive berrando com seu assistente (Gary Oldman) e com seu alegre sobrinho (Colin Firth). Nem mesmo a morte de seu sócio, Marley, é capaz de quebrantar o coração do velho, que vive isolado em sua grande casa com seu constante mau humor.
Porém, na véspera da festividade de Natal é visitado pelo fantasma de seu antigo sócio, que lhe avisa: você será visitado por três outros fantasmas que mostrarão a você os Natais passados, o Natal presente e os Natais Futuros. Então Scrooge embarca em uma surpreendente jornada que revela as verdades que reluta em enfrentar. Ele deve abrir seu coração para desfazer anos de maldades antes que seja tarde demais, e ele aprenderá como fazer isso da forma mais dura possível.
Abusando da tecnologia de captura de movimentos, Zemeckis consegue demonstrar com perfeição Scrooge como Jim Carrey e Bob Cratchit como Gary Oldman. O diretor consegue também alcançar expressões e demonstrar o sofrimento vivido pelos personagens com louvor, coisa que ele não seria capaz de fazer utilizando da tecnologia de uma animação normal. E isso não é tudo, o diretor usa o 3-D de forma impecável, mostrando ao telespectador momentos jamais vistos no cinema 3-D até então.
O problema é que: o filme não tem um público-alvo. Não é um filme para crianças. Há muitos sustos, cenas sombrias e fantasmas aterrorizantes, sem contar o drama todo que o envolve. Porém os adultos já conhecem essa estória, os personagens, e a lição de moral que ela traz. Mas ainda sim, “Os Fantasmas de Scrooge” vale pelo seu visual arrebatador e pela excelente direção.
Nota 4/5

Visando o aperfeiçoamento da técnica de captura de movimentos utilizada em “O Expresso Polar” e “A Lenda de Beowulf”, o cineasta Robert Zemeckis impressiona aos telespectadores com “Os Fantasmas de Scrooge”, sua nova animação 3-D.

Adaptação da obra Um Conto de Natal de Charles Dickens, que já ganhou diversas adaptações para a TV e para o cinema desde o seu lançamento em 1843, tem como protagonista Ebenezer Scrooge (Jim Carrey), um velho ranzinza e mesquinho que vive berrando com seu assistente (Gary Oldman) e com seu alegre sobrinho (Colin Firth). Nem mesmo a morte de seu sócio, Marley, é capaz de quebrantar o coração do velho, que vive isolado em sua grande casa com seu constante mau humor.

Porém, na véspera da festividade de Natal é visitado pelo fantasma de seu antigo sócio, que lhe avisa: você será visitado por três outros fantasmas que mostrarão a você os Natais passados, o Natal presente e os Natais Futuros. Então Scrooge embarca em uma surpreendente jornada que revela as verdades que reluta em enfrentar. Ele deve abrir seu coração para desfazer anos de maldades antes que seja tarde demais, e ele aprenderá como fazer isso da forma mais dura possível.

Abusando da tecnologia de captura de movimentos, Zemeckis consegue demonstrar com perfeição Scrooge como Jim Carrey e Bob Cratchit como Gary Oldman. O diretor consegue também alcançar expressões e demonstrar o sofrimento vivido pelos personagens com louvor, coisa que ele não seria capaz de fazer utilizando da tecnologia de uma animação normal. E isso não é tudo, o diretor usa o 3-D de forma impecável, mostrando ao telespectador momentos jamais vistos no cinema 3-D até então.

O problema é que: o filme não tem um público-alvo. Não é um filme para crianças. Há muitos sustos, cenas sombrias e fantasmas aterrorizantes, sem contar o drama todo que o envolve. Porém os adultos já conhecem essa estória, os personagens, e a lição de moral que ela traz. Mas ainda sim, “Os Fantasmas de Scrooge” vale pelo seu visual arrebatador e pela excelente direção.

Nota 4/5