Cinema é lugar de ficar quieto cacete!

Não costumo usar o blog como forma de reclamação e desabafo, mas como com o blog eu consigo atingir um público maior, vou expressar aqui a indignação vivenciada por mim hoje.

Como muitos sabem, eu amo filmes, o que me faz ir semanalmente ao cinema conferir as novidades e eventualmente postar a crítica para vocês.

Enfim, hoje fui todo feliz ao cinema assistir a Percy Jackson e o Ladrão de Raios, um filme que eu estava simplesmente louco pra ver, pois tinha lido o livro e gostado muito. Cheguei ao cinema, escolhi um bom lugar, e fui sentar. Do meu lado, tinha três pessoas que tinham lido o livro e estavam comentando sobre antes do filme começar. Até ai tudo bem, nem os trailers tinham começado ainda, e eu já tinha lido o livro. Mas e se fosse alguém que não tinha lido o livro? Teria se ferrado.

O filme começou e juntamente com ele, o meu estresse. Os comentários simplesmente não pararam! Ficavam comentando um com o outro: “no livro é de outro jeito. Essa cena não existe. O que aconteceu com a parte em que ele…”. Pra ajudar, tinha um infeliz na fileira de trás que ficava repetindo as falas do filme. Fui obrigado a levantar da minha cadeira, olhar na cara de todos esses infelizes e dizer: Porra! Guardem os comentários para vocês e espere o filme acabar para comentarem sobre com os seus amigos.

O bom foi que o meu comentário agressivo e indignado adiantou, mas mesmo assim tive que ouvir comentários metade do filme.

Se a pessoa quer assistir um filme e comentar com os amigos em tempo real, que alugue o filme e assista em sua casa não é mesmo? Se for ao cinema, assista ao filme quieto, já basta ser obrigado a ouvir as pessoas mastigando a pipoca, agora tenho que ficar ouvindo as pessoas fazendo comentários no meio do filme e tirando a minha paciência e atenção?

E se por um acaso, a pessoa que estava me torrando a paciência no cinema hoje for leitor do blog, espero que você crie vergonha na cara e nunca mais abra a boca dentro do cinema durante a sua existência!

Grato.

Uma luta que toda mulher deveria abraçar…

Desde o processo da Revolução Industrial as mulheres lutam por seus direitos. Começaram indo para as fábricas para compor a linha de produção, deixando de ter apenas a função de procriação, cuidar da casa e completar a vida do homem. Passou a fazer parte do sistema produtivo.
Em 8 de março de 1857 foram mais ousadas ainda, trabalhadoras de fábricas têxteis de Nova York realizaram uma marcha em busca de melhores condições de trabalho como diminuição da carga horário e igualdade de direitos. Outros protestos foram acontecendo com o passar do tempo, até que em 1910, na primeira conferência internacional sobre a mulher na Dinamarca, que o Dia Internacional da Mulher foi estabelecido.
A árdua luta das mulheres por seus direitos continuou, até que em 1975 – considerado ano Internacional da Mulher – a ONU oficializou a data 8 de março como o Dia Internacional da Mulher.
Hoje em dia embora essa luta ainda continue, já vemos mulheres trabalhando menos que homens e ganhando mais. Na verdade, nós homens até temos sido um pouco descriminados em certas profissões, pois diversas profissões foram rotuladas como “trabalho de mulherzinha”.
Agora o que eu não entendo é como as mulheres, que lutaram tanto por seus direitos durante tanto tempo possam aceitar que um homem a sustente ou paguem o motel, jantar, cinema e etc. Vocês que lutaram tanto pela igualdade entre os sexos, não acham que a conta ao sair com alguém devia ser ao menos dividida? Sejamos francos, uma vez ou outra é legal o homem fazer uma surpresa, ou surpreender a garota pagando a conta, mas toda vez cansa, sem contar que é um enorme abuso.
Estamos em pleno século XXI, que acha de rever seus conceitos?

Desde o processo da Revolução Industrial as mulheres lutam por seus direitos. Começaram indo para as fábricas para compor a linha de produção, deixando de ter apenas a função de procriação, cuidar da casa e completar a vida do homem. Passou a fazer parte do sistema produtivo.

Em 8 de março de 1857 foram mais ousadas, trabalhadoras de fábricas têxteis de Nova York realizaram uma marcha em busca de melhores condições de trabalho como diminuição da carga horário e igualdade de direitos. Outros protestos foram acontecendo com o passar do tempo, até que em 1910, na primeira conferência internacional sobre a mulher na Dinamarca, o Dia Internacional da Mulher foi estabelecido.

A árdua luta das mulheres por seus direitos continuou, até que em 1975 – considerado ano Internacional da Mulher – a ONU oficializou a data 8 de março como o Dia Internacional da Mulher.

Hoje em dia embora essa luta ainda continue, já vemos mulheres trabalhando menos que homens e ganhando mais. Na verdade, nós homens até temos sido discriminados em certas profissões, pois foram rotuladas como “trabalho de mulherzinha”.

Agora o que eu não entendo é como as mulheres, que lutaram tanto por seus direitos durante tanto tempo, possam aceitar que um homem a sustente ou pague o motel, jantar, cinema e etc. Vocês que lutaram tanto pela igualdade entre os sexos, não acham que a conta ao sair com alguém devia ser ao menos dividida? Sejamos francos, uma vez ou outra é legal o homem fazer uma surpresa, surpreendendo a garota pagando a conta, mas toda vez cansa. Sem contar que é um enorme abuso.

Estamos em pleno século XXI mulherada, o que acham de rever seus conceitos?

PS: Acabei de descobrir que a @KarolKawaii escreveu algo similar em seu blog, mas com um ponto de vista feminino. Quem quiser conferir, basta clicar aqui.

O Desconhecido…

É engraçado como o desconhecido pode agradar a tantas pessoas e causa pânico em tantas outras. Pode ser algo bom, ou ruim. A questão é: vale à pena arriscar?

Foto Tirada por h.koppdelaney

De um lado temos adrenalina e o otimismo. Do outro, medo e pessimismo. Coisas fascinantes que podem ser boas ou não. Mas se eu nunca tentar, como irei descobrir?
Sempre tive medo do desconhecido. Dar a cara pra bater em algo que eu não tenho conhecimento é realmente assustador. Porém nunca tinha parado para pensar nas coisas boas que o desconhecido pode me trazer, pelo menos até agora. Trabalhar com certezas é mais seguro, mas será o certo?
Olhando para meu passado, vejo quantas oportunidades acabei desperdiçando por simples medo de arriscar. Oportunidades de fazer amigos, ganhar dinheiro, aprender, mas agora não adianta chorar sobre o leite derramado. O que devo fazer é tentar aprender com os meus erros e dar um passo a frente. Ficar acomodado não irá nos levar a lugar nenhum. Temos que seguir em frente.
Sempre me arrependi mais do que não fiz, atitudes que eu não tomei, do que das vezes em que arrisquei. Sempre falei que é errando que se aprende, então acho que está na hora de aprender com meus erros.
Traçar metas, objetivos, e não deixar que nada me impeça alcançá-los. Arriscar, essa é a palavra. Assim como no filme “Sim Senhor!”, começarei a dizer sim às oportunidades que a vida me da, e a dizer obrigado pelas rasteiras que ela me passar. Assim ao menos estarei evoluindo. Vocês deveriam fazer o mesmo.

De um lado temos adrenalina e otimismo. Do outro, pessimismo e medo. Coisas fascinantes que podem ser boas ou não. Que eu nunca irei descobrir se não arriscar.

Sempre tive medo do desconhecido. “Dar a cara pra bater” em algo que eu não tenho conhecimento é realmente assustador. Porém nunca tinha parado e refletido sobre as coisas boas que o desconhecido pode me trazer, pelo menos até agora. Trabalhar só com certezas é mais seguro. Mas será o certo?

Quando olho para o meu passado, vejo quantas oportunidades acabei desperdiçando por simples medo de arriscar. Oportunidades de fazer amigos, ganhar dinheiro, aprender, mas agora já não adianta ficar me remoendo por causa disso. O que devo fazer é tentar aprender com os meus erros e dar um passo a frente. Ficar acomodado não irá me levar a lugar nenhum.

Sempre me arrependi mais pelas coisas que não fiz, atitudes que eu não tomei, do que das vezes em que arrisquei. Vivo falando que quando erramos estamos na verdade aprendendo. Acho então que está na hora de seguir meu próprio conselho.

Traçar metas, objetivos, e não deixar que nada me impeça alcançá-los. Arriscar, essa é a palavra, é o que tenho que fazer. Assim como no filme “Yes Man (Sim Senhor)”, começarei a dizer sim às oportunidades que a vida me dá, e obrigado pelas rasteiras que ela me passar. Ao menos assim estarei evoluindo. Vocês deveriam fazer o mesmo.

Você tem consciência do que anda ouvindo?

Calma, calma, não estou falando do que seus amigos e pessoas que te cercam têm falado, e sim de música. A maioria das pessoas que ouvem música estrangeira não tem consciência do que estão ouvindo. Elas simplesmente escutam por que a melodia é legal, o vocalista tem uma voz bonita – ou é bonito – ou por modismo. Ou seja, não entendem uma palavra da música.
O problema disso, é que muitas vezes a letra da música tem um tema que não agrada ao ouvinte, ou não é compatível com suas idéias, e ele não sabe disso.
A partir do momento que você adquire consciência do que está ouvindo, tudo fica mais divertido. Bandas que você sempre ouviu, para do nada de gostar. Outras que você não gostava, resolve dar uma segunda chance e acaba achando o máximo.
Então vá procurar a tradução das músicas que você gosta – e das que não gostam também – e me contem como foi essa experiência.

Calma, calma, não estou falando do que seus amigos e pessoas que te cercam têm falado, e sim de música. A maioria das pessoas que ouvem música estrangeira não tem consciência do que estão ouvindo. Elas simplesmente escutam por que a melodia é legal, o vocalista tem uma voz bonita – ou é bonito – ou por modismo. Ou seja, não entendem uma palavra da música.

O problema disso, é que muitas vezes a letra da música tem um tema que não agrada ao ouvinte, ou não é compatível com suas idéias, e ele não sabe disso.

A partir do momento que você adquire consciência do que está ouvindo, tudo fica mais divertido. Bandas que você sempre ouviu, para de gostar. Outras que você não gostava, resolve dar uma segunda chance e acaba achando o máximo.

Então vá procurar a tradução das músicas que você gosta – e das que não gostam também – e me contem como foi essa experiência.

Reflexão de Sexta [2]

Passamos a vida inteira ouvindo os religiosos dizerem que quem está dentro da igreja está certo, é confiável, responsável e uma boa pessoa. Já quem está do lado de fora não presta, está errado, e vive sua vida da forma mais desprezível possível.
Em minha opinião, elas estão erradas. E é por isso que eu fico feliz quando vejo noticias de padres, pastores e membros de instituições religiosas que roubam, enganam e acabam prejudicados por isso.
Não estou generalizando e nem dizendo que todos fazem isso, apenas que existe injustiça tanto fora como dentro das igrejas. Apenas não podemos julgar o caráter de uma pessoa pela sua cor, status, religião ou modo de pensar. Somos humanos, cometemos erros, e isso é extremamente natural. Aceite isso, e não julgue ao próximo por ele não ter a mesma opinião que você. Busque conhecê-lo, e quando isso acontecer, ai sim haverá progresso.
“A humanidade não se divide em heróis e tiranos. As suas paixões, boas e más, foram-lhe dadas pela sociedade, não pela natureza.” Charles Chaplin

Passamos a vida inteira ouvindo os religiosos dizerem que quem está dentro da igreja está certo, é confiável, responsável e uma boa pessoa. Já quem está do lado de fora não presta, está errado, e vive sua vida da forma mais desprezível possível.

Em minha opinião, elas estão erradas. E é por isso que eu fico feliz quando vejo noticias de padres, pastores e membros de instituições religiosas que roubam, enganam e acabam prejudicados.

Não estou generalizando e nem dizendo que todos fazem isso, apenas que existe injustiça tanto fora como dentro das igrejas. Apenas não podemos julgar o caráter de uma pessoa pela sua cor, status, religião ou modo de pensar. Somos humanos, cometemos erros, e isso é extremamente natural. Aceite isso, e não julgue ao próximo por ele não ter a mesma opinião que você. Busque conhecê-lo, e quando isso acontecer, ai sim haverá progresso.

A humanidade não se divide em heróis e tiranos. As suas paixões, boas e más, foram-lhe dadas pela sociedade, não pela natureza. Charles Chaplin