Crítica: Os Fantasmas de Scrooge

Visando o aperfeiçoamento da técnica de captura de movimentos utilizada em “O Expresso Polar” e “A Lenda de Beowulf”, o cineasta Robert Zemeckis impressiona aos telespectadores com “Os Fantasmas de Scrooge”, sua nova animação 3-D.
Adaptação da obra Um Conto de Natal de Charles Dickens, que já ganhou diversas adaptações para a TV e para o cinema desde o seu lançamento em 1843, tem como protagonista Ebenezer Scrooge (Jim Carrey), um velho ranzinza e mesquinho que vive berrando com seu assistente (Gary Oldman) e com seu alegre sobrinho (Colin Firth). Nem mesmo a morte de seu sócio, Marley, é capaz de quebrantar o coração do velho, que vive isolado em sua grande casa com seu constante mau humor.
Porém, na véspera da festividade de Natal é visitado pelo fantasma de seu antigo sócio, que lhe avisa: você será visitado por três outros fantasmas que mostrarão a você os Natais passados, o Natal presente e os Natais Futuros. Então Scrooge embarca em uma surpreendente jornada que revela as verdades que reluta em enfrentar. Ele deve abrir seu coração para desfazer anos de maldades antes que seja tarde demais, e ele aprenderá como fazer isso da forma mais dura possível.
Abusando da tecnologia de captura de movimentos, Zemeckis consegue demonstrar com perfeição Scrooge como Jim Carrey e Bob Cratchit como Gary Oldman. O diretor consegue também alcançar expressões e demonstrar o sofrimento vivido pelos personagens com louvor, coisa que ele não seria capaz de fazer utilizando da tecnologia de uma animação normal. E isso não é tudo, o diretor usa o 3-D de forma impecável, mostrando ao telespectador momentos jamais vistos no cinema 3-D até então.
O problema é que: o filme não tem um público-alvo. Não é um filme para crianças. Há muitos sustos, cenas sombrias e fantasmas aterrorizantes, sem contar o drama todo que o envolve. Porém os adultos já conhecem essa estória, os personagens, e a lição de moral que ela traz. Mas ainda sim, “Os Fantasmas de Scrooge” vale pelo seu visual arrebatador e pela excelente direção.
Nota 4/5

Visando o aperfeiçoamento da técnica de captura de movimentos utilizada em “O Expresso Polar” e “A Lenda de Beowulf”, o cineasta Robert Zemeckis impressiona aos telespectadores com “Os Fantasmas de Scrooge”, sua nova animação 3-D.

Adaptação da obra Um Conto de Natal de Charles Dickens, que já ganhou diversas adaptações para a TV e para o cinema desde o seu lançamento em 1843, tem como protagonista Ebenezer Scrooge (Jim Carrey), um velho ranzinza e mesquinho que vive berrando com seu assistente (Gary Oldman) e com seu alegre sobrinho (Colin Firth). Nem mesmo a morte de seu sócio, Marley, é capaz de quebrantar o coração do velho, que vive isolado em sua grande casa com seu constante mau humor.

Porém, na véspera da festividade de Natal é visitado pelo fantasma de seu antigo sócio, que lhe avisa: você será visitado por três outros fantasmas que mostrarão a você os Natais passados, o Natal presente e os Natais Futuros. Então Scrooge embarca em uma surpreendente jornada que revela as verdades que reluta em enfrentar. Ele deve abrir seu coração para desfazer anos de maldades antes que seja tarde demais, e ele aprenderá como fazer isso da forma mais dura possível.

Abusando da tecnologia de captura de movimentos, Zemeckis consegue demonstrar com perfeição Scrooge como Jim Carrey e Bob Cratchit como Gary Oldman. O diretor consegue também alcançar expressões e demonstrar o sofrimento vivido pelos personagens com louvor, coisa que ele não seria capaz de fazer utilizando da tecnologia de uma animação normal. E isso não é tudo, o diretor usa o 3-D de forma impecável, mostrando ao telespectador momentos jamais vistos no cinema 3-D até então.

O problema é que: o filme não tem um público-alvo. Não é um filme para crianças. Há muitos sustos, cenas sombrias e fantasmas aterrorizantes, sem contar o drama todo que o envolve. Porém os adultos já conhecem essa estória, os personagens, e a lição de moral que ela traz. Mas ainda sim, “Os Fantasmas de Scrooge” vale pelo seu visual arrebatador e pela excelente direção.

Nota 4/5