Reflexão de Sexta [2]

Passamos a vida inteira ouvindo os religiosos dizerem que quem está dentro da igreja está certo, é confiável, responsável e uma boa pessoa. Já quem está do lado de fora não presta, está errado, e vive sua vida da forma mais desprezível possível.
Em minha opinião, elas estão erradas. E é por isso que eu fico feliz quando vejo noticias de padres, pastores e membros de instituições religiosas que roubam, enganam e acabam prejudicados por isso.
Não estou generalizando e nem dizendo que todos fazem isso, apenas que existe injustiça tanto fora como dentro das igrejas. Apenas não podemos julgar o caráter de uma pessoa pela sua cor, status, religião ou modo de pensar. Somos humanos, cometemos erros, e isso é extremamente natural. Aceite isso, e não julgue ao próximo por ele não ter a mesma opinião que você. Busque conhecê-lo, e quando isso acontecer, ai sim haverá progresso.
“A humanidade não se divide em heróis e tiranos. As suas paixões, boas e más, foram-lhe dadas pela sociedade, não pela natureza.” Charles Chaplin

Passamos a vida inteira ouvindo os religiosos dizerem que quem está dentro da igreja está certo, é confiável, responsável e uma boa pessoa. Já quem está do lado de fora não presta, está errado, e vive sua vida da forma mais desprezível possível.

Em minha opinião, elas estão erradas. E é por isso que eu fico feliz quando vejo noticias de padres, pastores e membros de instituições religiosas que roubam, enganam e acabam prejudicados.

Não estou generalizando e nem dizendo que todos fazem isso, apenas que existe injustiça tanto fora como dentro das igrejas. Apenas não podemos julgar o caráter de uma pessoa pela sua cor, status, religião ou modo de pensar. Somos humanos, cometemos erros, e isso é extremamente natural. Aceite isso, e não julgue ao próximo por ele não ter a mesma opinião que você. Busque conhecê-lo, e quando isso acontecer, ai sim haverá progresso.

A humanidade não se divide em heróis e tiranos. As suas paixões, boas e más, foram-lhe dadas pela sociedade, não pela natureza. Charles Chaplin

O “Internetês” já era!

Para os desinformados de plantão, gostaria de informá-los que o Internetês morreu. Já era! Acabaram-se os dias em que era cool escrever errado na internet. Os tempos mudam, a tendência é evoluirmos. E isso aconteceu. Respeitar às normas gramaticais é o que deve ser feito, mas parece que muitas pessoas não sabem disso.
Parem de escrever naum e comecem a escrever não. Afinal de contas, as duas palavras são formadas por quatro dígitos.
Aprendam a escrever. A língua portuguesa embora seja cheia de regras, é muito bonita. Fora no twitter – que tem limite de 140 caracteres por mensagem – não vejo o porquê das pessoas usarem abreviações.
Sinceramente, é muito desagradável você conversar com alguém que escreve assim: E ai manu td blz? Fla p/ mim as novis. Axo q faz tmpo q a gnte naum se fla neh? Agr vmos colocar o açunto em dia q hj naum tnho nd pra fazer. Ah o jg de amanha foi canselado fmz mlk?
E pior que conversar com pessoas assim, é ver esse tipo de linguagem em blogs. Portanto utilizem o português de forma correta, pois eu – e grande maioria – cansei de tentar compreender esse tipo de linguagem.
Obs: não esqueçam que a vírgula e o ponto, assim como os acentos, estão no teclado para serem usados

“Internetês é um neologismo (de: internet + sufixo ês) que designa a linguagem utilizada no meio virtual, em que “as palavras foram abreviadas até o ponto de se transformarem em uma única expressão, duas ou no máximo três letras”, onde há “um desmoronamento da pontuação e da acentuação”, pelo uso da fonética em detrimento da etimologia, com uso restrito de caracteres e desrespeito às normas gramaticais.

Fonte: Wikipédia.”


Para os desinformados de plantão, gostaria de informá-los que o Internetês morreu. Já era! Acabaram-se os dias em que era cool escrever errado na internet. Os tempos mudam, a tendência é evoluirmos. E isso aconteceu. Respeitar às normas gramaticais é o que deve ser feito, mas parece que muitas pessoas não sabem disso.

Parem de escrever naum e comecem a escrever não. Afinal de contas, as duas palavras são formadas por quatro dígitos.

Aprendam a escrever. A língua portuguesa embora seja cheia de regras, é muito bonita. Fora no twitter – que tem limite de 140 caracteres por mensagem – não vejo o porquê das pessoas usarem abreviações.

Sinceramente, é muito desagradável você conversar com alguém que escreve assim: E ai manu td blz? Fla p/ mim as novis. Axo q faz tmpo q a gnte naum se fla neh? Agr vmos colocar o açunto em dia q hj naum tnho nd pra fazer. Ah o jg de amanha foi canselado fmz mlk?

E pior que conversar com pessoas assim, é ver o internetês em blogs. Portanto utilizem o português de forma correta, pois eu – e grande maioria – cansei de tentar compreender esse tipo de linguagem.

Obs: não esqueçam que a vírgula e o ponto, assim como os acentos, estão no teclado para serem usados.

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Crítica: Bastardos Inglórios (Inglourious Basterds)

“Esta provavelmente é minha maior obra prima”. É exatamente com essas palavras que Quentin Tarantino, através do ator Brad Pitt encerra Bastardos Inglórios. E arrisco dizer, ele está certo.

Juntando tudo que aprendeu não só com seus poucos erros e grandes acertos como ator, diretor e roteirista, mas também com todos os filmes que assistiu enquanto trabalhava na Video Archives em Manhattan Beach, Quentin Tarantino conseguiu surpreender a seus fãs e críticos cinematográficos inovando o seu próprio modo de fazer cinema.

Bastardos Inglórios se passa no ano de 1941, onde o Coronel Hans Landa (Christoph Waltz) também conhecido como “O Caçador de Judeus” vai em uma pequena fazenda de criação de vacas em busca de Judeus. Nessa visita, Shosanna Dreyfus (Mélanie Laurent) após ver sua família ser brutalmente assassinada, é a única que consegue escapar. Após o ocorrido, a jovem Shosanna parte para Paris, onde assume uma identidade falsa e se torna proprietária de um cinema, onde conhece o Jovem Soldado Fredrick Zoller (Daniel Brühl), que acaba se apaixonando por ela.

Em outro lugar da Europa, o Tenente Aldo Raine (Brad Pitt) organiza um grupo composto por oito soldados americanos Judeus com um único objetivo: Matar e escalpar o maior número de nazistas possíveis. Posteriormente o objetivo dos “Bastardos Inglórios” e da jovem Shosanna se unem quando a atriz alemã Bridget von Hammersmark (Diane Kruger)consegue com que Aldo e seu esquadrão entrem na estréia de um filme sobre a vida do renomado soldado Frederick, que será no cinema de Shosanna. Mesmo nunca tendo se visto e não saberem o plano um do outro, o objetivo deles é o mesmo: matar todos os nazistas ali presentes, até mesmo Adolf Hitler (Martin Wuttke).

Em meio a todos esses acontecimentos, o cineasta Quentin Tarantino não deixa de impressionar ao público com incríveis diálogos que ditos sutilmente acabam causando grandes tensões aos telespectadores. Bastardos Inglórios conta também com uma bela e surpreendente fotografia realizada por Robert Richardson – cinegrafista que já havia trabalhado com Tarantino em Kill Bill vol.1 e 2 – sem contar a incrível trilha sonora que foi cuidadosamente escolhida pelo diretor.

Porem, o grande destaque do filme é o elenco. Brad Pitt diverte o público com um hilário sotaque Italiano, provando mais uma vez que não é apenas um “rostinho bonito” e sim um ator incrivelmente talentoso. Mas quem realmente acaba roubando todas as cenas é o ator austríaco Christoph Waltz. Incrivelmente talentoso e repleto de diálogos geniais proferidos de forma exageradamente educada, Waltz consegue fazer com que os telespectadores acabem admirando não apenas um nazista, mas talvez o mais perigoso deles.

As mulheres também não fazem feio. Diane Kruger interpreta de forma excepcional a atriz britânica Bridget von Hammersmark. Já a jovem Mélanie Laurent consegue demonstrar que mesmo sendo meiga pode também ser extremamente vingativa.

Como toda obra de Tarantino – e essa não é diferente – ou você ama ou você odeia. Não existe meio termo. E eu sinto orgulho em dizer que amei, assim como me orgulho em dizer que talvez Bastardos Inglórios seja a melhor ficção do ano.

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Nota: 5/5

Avon – A marca que NUNCA mentiu pra você!

Ninguém gosta de segundas-feiras né? Por isso que, preocupado com a meia dúzia de pessoas que acessam o blog , prometo alegrar o dia de vocês com isso:

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A partir de hoje, só compro produtos Avon! HAHA.

Reflexão de Sexta

Pode não parecer, mas após um longo tempo de amizade entre pessoas do sexo oposto é comum surgir interesse de um pelo outro entre o casal de amigos. Isso acontece porque sendo amigo você acaba conhecendo a pessoa, suas manias, gostos, segredos, desejos e etc. E querendo ou não, a compatibilidade de idéias, gostos e pensamentos que você tem com seu amigo(a), pode acabar o tornando atraente.

Ai é que vem a parte difícil, você falar para o seu amigo(a) que gosta dele, e que o período de amizade entre dois foi à causa disso. O grande problema em abrir seu pequeno coraçãozinho para o seu amado amigo(a) é que em 99,9% das vezes a resposta é a mesma:

- Não rola nada contigo porque eu tenho medo que isso prejudique nossa amizade.

Essa resposta acaba com qualquer um. Afinal de contas, ele(a) indiretamente está dizendo que prefere ir a balada e se relacionar com um desconhecido do que com você, que o conhece a tanto tempo.

A questão é que: um relacionamento entre dois amigos podem tornar as coisas melhores ao invés de “prejudicar” a amizade entre eles. Afinal de contas, namorado(a) tem que ser acima de tudo amigo.

O que deixo pra vocês refletirem é o seguinte: após chegar para seu amigo(a) e falar – Não rola nada contigo porque eu tenho medo que isso prejudique nossa amizade – você acha que a amizade de vocês continuará a mesma?

Pode não parecer, mas após um longo tempo de amizade entre pessoas do sexo oposto é comum surgir interesse de um pelo outro entre o casal de amigos. Isso acontece porque sendo amigo você acaba conhecendo a pessoa, suas manias, gostos, segredos, desejos e etc. E querendo ou não, a compatibilidade de idéias, gostos e pensamentos que você tem com seu amigo(a), pode acabar o tornando atraente.
Ai é que vem a parte difícil, você falar para o seu amigo(a) que gosta dele, e que o período de amizade entre dois foi à causa disso. O grande problema em abrir seu pequeno coraçãozinho para o seu amado amigo(a) é que em 99,9% das vezes a resposta é a mesma:
- Não rola nada contigo porque eu tenho medo que isso prejudique nossa amizade.
Essa resposta acaba com qualquer um. Afinal de contas, ele(a) indiretamente está dizendo que prefere ir a balada e se relacionar com um desconhecido do que com você, que o conhece a tanto tempo.
A questão é que: um relacionamento entre dois amigos podem tornar as coisas melhores ao invés de “prejudicar” a amizade entre eles. Afinal de contas, namorado(a) tem que ser acima de tudo amigo.
O que deixo pra vocês refletirem é o seguinte: após chegar para seu amigo(a) e falar – Não rola nada contigo porque eu tenho medo que isso prejudique nossa amizade – você acha que a amizade de vocês continuará a mesma?