As 5 Fobias mais Bizarras do Mundo

5 – Onfalofobia

Se você assim como eu, tem mania de ficar pegando no umbigo dos outros, tome cuidado. Tocar o umbigo de alguém que tenha Onfalofobia é o suficiente para lhe causar um ataque nervoso. E não é só isso, para quem sofre dessa fobia, basta apenas ver um umbigo para ficarem nervosas. Agora se a vítima dessa fobia for uma grávida, é ainda pior. Elas simplesmente morrem de medo de que seu umbigo cresça.

4 – Lachanofobia

Lembra quando você era criança e se recusava a comer vegetais? Essa fobia é parecida com essa situação, só que muito pior. Vegetais podem ter um aspecto “assassino” para eles. A forma incomoda, a cor não agrada, a textura da arrepios e o cheiro da ânsia de vomito. Em geral, a pessoa tem medo de um vegetal especifico.

3 – Automatonofobia

Passei a minha infância inteira brincando de “bonequinhos” com meus amigos. Para quem sofre dessa fobia, isso não é possível. Aposto que isso pode causar uma infância conturbada. Enfim, para quem sofre de Automatonofobia simples artefatos que simulam ações humanas são verdadeiros monstros. Ver algo que imite seres humanos é o suficiente para lhes causar tremedeira, choro e paralisia.

2 – Filemafobia

Queridos leitores, beijar é muito bom não? Não para quem sofre dessa terrível fobia. Pode estar à garota mais bonita na sua frente, a grande paixão da sua vida, que ainda sim um simples beijo será sinônimo de pesadelo. A pessoa sente ânsia de vomito, fica com a boca seca e fica com as mãos trêmulas. Em casos mais graves, a pessoa pode até ter um ataque de pânico. E o pior, isso não é só com beijo na boca não, um simples beijo na bochecha da mãe já é capaz de causar esses sintomas. Então caro leitor, se você tem 25 anos e nunca beijou na boca, diga a seus amigos que tem Filemafobia, assim eles nunca mais irão tirrar sarro de você!

1 – Caligenefobia

Eu sinceramente acho que tem essa fobia deve ser muito macho, pois conviver só com mulher feia não é fácil. Caligenefobia, também conhecida como Venustrafobia, é o pavor sentido por homens ao ter que interagir com mulheres bonitas. Os sujeitos ao terem que fazer isso, sentem falta de ar, arritmia e muitos até chegam a vomitar. E pra piorar, olhar a simples foto de uma mulher bonita já o suficiente para lhes deixarem com esses sintomas. Ou seja, além dos caras só poderem interagir com mulheres feias, não podem assistir filmes e nem mesmo “lerem” revistas pornográficas.

E cuidado garotas, se alguém que tenha Caligenefobia estiver falando normalmente com você, é porque você é feia!

Idéia do post retirado da revista Mundo Estranho de Julho de 2009.

As 3 Séries mais Nerds/Geeks da Atualidade

Chuck


Chuck é uma comédia de ação criada por Josh Schwartz (The O.C) sobre um nerd que acidentalmente se torna o mais importante e vital agente secreto do governo.

Quando Chuck Bartowski (Zachary Levi) abre um e-mail com segredos do governo americano criptografados em forma de imagens, ele inconscientemente acaba arquivando esses dados sigilosos em seu cérebro. A partir do momento que isso acontece, o destino do mundo automaticamente passa as mãos de Chuck. Ao invés de arrumar computadores, ele agora terá que combater assassinos e terroristas internacionais mesmo contra sua vontade.

Contendo todos os segredos do governo em sua cabeça, o Major John Casey (Adam Baldwin) da NSA (National Security Agency) e a sensual agente Sarah Walker (Yvonne Strahovski) da CIA (Central Intelligence Agency) assumem a responsabilidade de protegê-lo.

Como se não bastasse tudo isso, Chuck ainda tem que dar atenção e seu melhor amigo Morgan Grimes (Joshua Gomez) e esconder seus segredos de sua irmã Ellie (Sarah Lancaster).

The Big Bang Theory


Dos mesmos criadores de Two and a Half Men, The Big Bang Theory conta a história de Leonard (Johnny Galecki) e Sheldon (Jim Parsons), dois melhores amigos físicos super inteligentes que são capazes de responder o que você quiser sobre física quântica – mas que quando se trata de interagir com pessoas, principalmente com mulheres, eles ficam totalmente perdidos. Isso começa a mudar a partir do momento em que uma jovem, bela e liberal chamada Penny (Kaley Cuoco) se muda para o apartamento ao lado.

Enquanto Sheldon, o colega de quarto de Leonard contenta-se em passar a noite jogando com seus amigos cientistas: Wolowitz (Simon Helberg), Koothrappali (Kunal Nayyar) e Winkle (Sara Gilbert), Leonard vê em Penny um universo novo e repleto de possibilidades… Incluindo o amor.

The It Crowd


The It Crowd é uma sitcom britânica escrita e dirigida pelo irlandês Graham Linejan e produzida pelo egípcio Ash Atalla que estreou em fevereiro de 2006 e desde então tem feito sucesso entre os nerds e geeks do mundo todo.

A série conta a história de Moss (Richard Ayoade), que embora seja inteligente tem dificuldade em se comunicar com o que não seja um computador e deu colega Roy (Chris O’Dowd), que embora seja sorridente e mais desinibido, sua personalidade o distancia das pessoas normais.

Ambos trabalham na Indústria Revnholm, na área de suporte técnico, instalado num sujo, escuro, horrível e apertado subsolo, enquanto os demais departamentos da empresa têm seu ambiente de trabalho bonito e arejado.

Então Jen (Katherine Parkinson) é contratada para ser a nova chefe deste departamento mesmo não tendo conhecimento em computação. E mesmo Moss e Roy não gostando da idéia de serem chefiados por alguém que não tem conhecimento na área de tecnologia, Jen irá trabalhar duro para tentar integrá-los à empresa.

O Clube do Filme – David Gilmour

­ ­”Eram tempos difíceis para David Gilmour: sem trabalho fixo, com o dinheiro curto e o filho de 15 anos colecionando reprovações em todas as matérias do ensino médio. Diante da desorientação e da infelicidade desse filho-problema, o pai faz uma oferta fora dos padrões: o garoto poderia sair da escola – e ficar sem trabalhar e sem pagar aluguel – desde que assistisse semanalmente a três filmes escolhidos pelo pai. Com essa aposta diferente na recuperação e na formação de um rapaz que está “perdido”, formaram o clube do filme. Semana a semana, lado a lado, pai e filho viam e discutiam o melhor (e, ocasionalmente, o pior) do cinema: de A Doce Vida (o clássico de Federico Fellini) a Instinto Selvagem (o thriller sensual estrelado por Sharon Stone); de Os Reis do Iê, Iê, Iê (hit cinematográfico da Beatlemania) a O Iluminado (interpretação primorosa de Jack Nicholson, dirigido por Stanley Kubrick); de O Poderoso Chefão (um dos integrantes das listas de “melhores filmes de todos os tempos”) a Amores Expressos (cult romântico e contemporâneo do chinês Wong Kar-Way).

Essas sessões os mantinham em constante diálogo – sobre mulheres, música, dor de cotovelo, trabalho, drogas, amor, amizade -, e abriam as portas para o universo interior do adolescente, num momento em que os pais geralmente as encontram fechadas.

O Clube do Filme mostra que cinema não é apenas entretenimento, não é algo feito apenas para se ganhar dinheiro, é muito mais que isso. Assistir a filmes é obter conhecimento de forma divertida.

Através de filmes podemos ir a qualquer lugar do mundo, conhecer pessoas, se apaixonar, compartilhar experiências vividas por nós mesmos além de ter a oportunidade de aprender coisas que as escolas não nos ensinam.

Filmes são capazes de nos mostrar o verdadeiro valor de uma amizade, a sensação de estar apaixonado, o sofrimento de não ter pais, entre diversas outras coisas.

Assim como os livros, filmes também estimulam a criatividade e imaginação, além de serem capazes de nos transportar para um universo alternativo onde tudo é possível.

Além de O Clube do Filme tratar o cinema de forma admirável, também mostra como os filmes podem aproximar um pai de um filho, como um adolescente lida com seu primeiro amor e como é o sentimento de dor após o término de um relacionamento.

Enfim, O Clube do Filme é um livro que deve ser lido sendo você apaixonado por cinema ou não. Afinal de contas: “Isso é um exemplo do que o cinema é capaz, de como os filmes podem vencer suas defesas e realmente atingir seu coração.” – David Gilmour

Marido por Acaso (Accidental Husband)

­­Marido por Acaso conta a história de Emma Lloyd (Uma Thurman), uma mulher que trabalha dando conselhos amorosos em um programa de rádio. Ao aconselhar uma de suas ouvintes a terminar o noivado, o ex da garota, Patrick Sullivan (Jeffrey Dean Morgan) resolve se vingar da mulher que acabou com seu relacionamento. Com a ajuda de um amigo hacker, Patrick altera o estado civil de sua inimiga nos registros sociais. Então quando Emma, que está noiva de Richard Firth (Colin Firth) resolve dar o próximo passo em sua relação, acaba descobrindo que oficialmente já é casada! E com Patrick.

Ao ir atrás de seu atual marido para pedir o divórcio, acaba o conhecendo melhor, fazendo com que se sinta atraída por ele e vice-versa. Isso causa uma confusão enorme em sua cabeça, deixando-a indecisa sobre com qual dos dois ela deve casar.

Marido por Acaso é totalmente previsível e clichê, mas cumpre seu papel, que é Entreter ao seu público. Ainda assim, duas coisas conseguiram chamar minha atenção.

1. Assim como em A Proposta, o filme fala a respeito de como somos capazes de odiar uma pessoa sem ao menos conhecê-la, e como ao partir do momento em que a conhecemos, o nosso conceito muda sobre ela, nos levando até mesmo a nos apaixonar, que é exatamente o que acontece no filme.

2. O filme demonstra bem o significado do amor, isso ocorre na cena, que Richard fala pra Emma: Amo você, e é por isso que quero ver você feliz, mesmo não sendo comigo.

Agora é a vez de vocês assistirem Marido por Acaso, voltarem aqui e comentarem o que acharam do filme.

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Como lidar com Telemarketing

Você não aguenta mais receber ligações de Empresas de Telemarketing? Então aprenda com Tom Mabe um ótimo jeito de se livrar deles:

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Agora respondam-me, vai dizer que após ver esse vídeo você não está torcendo para que o telefone toque e seja alguma Empresa de Telemarketing? Eu sinceramente não vejo a hora de me ligarem para eu dar o troco.